lazy eyes;

o universo se esquiva, para não dar explicação.

Minha vida sem mim

com 12 comentários

 

Ann (Sarah Polley), 23 anos, duas filhas (3 e 5 anos), casada com uns construtor de piscinas desempregado, que conheceu num show do Nirvana. Vive num trailer no fundo da casa de sua mãe (Deborah Harry), e trabalha como faxineira numa universidade. Logo podemos perceber que Ann não leva uma vida fácil: ela só busca a sobrevivência, trabalhar, cuidar das filhas… Mas tudo muda quando Ann começa a sentir-se muito mal, e procura um médico: aqui começa a história.

Depois de fazer alguns exames, eis a notícia de que ela tem câncer e que está se espalhando pelo corpo rapidamente. Sua expectativa de vida gira em torno de três meses. Mas ela resolve esconder a doença de todos, e diz apenas estar com anemia.

Uma moça jovem, com filhas pra cuidar, e apenas três meses de vida. Ann resolve fazer uma lista das coisas que desejava muito realizar, e começa a correr atrás de seus sonhos. Vai visitar o pai, preso há anos, grava fitas de vídeo para as filhas, “encaminha” o marido para a vizinha, uma boa moça que poderia “substituir” ela… e no meio de tudo isso, Ann conhece Lee, por quem se apaixona.

(…)

É impossível não se comover com a história desse filme, que mesmo sendo tenso e dramático, nos deixa uma boa reflexão sobre a vida… Afinal, você precisa estar perto da morte pra começar a valorizar sua vida?

Um filme sensível, tenso, pra chorar. É um questionamento extremamente importante, e também as vezes serve como um lembrete: Você está vivo.

Minha vida sem mim

 

Escrito por lazy eyes

29, Abril 2007 às 1:59 pm

Publicado em filmes, trilha sonora

12 Respostas

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  1. nossa! meu blog tá na sua lista e eu nem te conheco! que felicidade..rs

    obrigado pelo comentário!

    P.s.: vi que você me achou pelo blog da Hanny (the human who sold the world)

    merci.

    Artur

    29, Abril 2007 em 3:01 pm

  2. ah, acredita que eu sempre venho aqui e nem comento? =x
    mas vou criar o hábito, viu.. ótimas resenhas…
    vou ver se arranjo espaço no meu hd pra baixar tudo isso…
    parabéns pelo blog, nat
    : *

    Amanda

    29, Abril 2007 em 9:20 pm

  3. deve ser muito bom!!!

    Maikol

    30, Abril 2007 em 3:34 am

  4. Nossa esse filme é otimo, choro toda vez que assisto ele, pouco conhecido infelizmente, o titulo desse filme para mim é um dos melhores, otima dica

    caio arroyo

    30, Abril 2007 em 1:33 pm

  5. Obrigada pela visita no The human!! Voltarei mais aqui p pescar suas dicas! :-)

    Hanny

    30, Abril 2007 em 4:32 pm

  6. nossa, parece ser um ótimo filme. pelo texto me deu vontade de ver, gogo emule!

    abração e thanks pela colaboração semanal, tá em ótimo nível.

    luiz young

    30, Abril 2007 em 10:57 pm

  7. O filme parece ser muito bom, muito bom mesmo. Incrível como essa questão sempre volta à tona. Estamos cheios de tempo pela frente, sempre deixamos praticamente tudo pra depois e encarando a morte dessa forma acho que é como uma obrigação de viver o hoje. Talvez seria bom vivermos com o atestado de óbito nas mãos…pra não se agarrar no passado nem voar pro futuro…ficar cravado no hoje!
    Adorei seu blog, é isso! Abraços!

    Freak In The Sky

    1, Maio 2007 em 12:51 am

  8. tá muito bom aqui hein, só que nunca tenho tempo de comentar!!!
    to qrndo falar contigo, me add no msn aê, :-D
    e me lembre tbm de por um link daqui no meu blog!
    abrços

    Maikol

    3, Maio 2007 em 11:56 am

  9. triste. bom. curti.

    Serjones

    13, Julho 2007 em 4:36 am

  10. hello natalia, vim até aqui pra pedir-lhe um favor
    posso postar o link de seu blog em minha comunidade do orkut?
    não temos a trilha sonora lá, portanto seu blog (e sua resenha) cairam como uma luva!

    Iria

    13, Dezembro 2007 em 9:40 pm

  11. hahahaha, pois é né, blog pra dicas de playstation foi o cúmulo…
    mas em todo lugar tem imbecil desse perfil, já estou me acostumando (infelizmente).

    vou pensar um pouquinho antes de postar coisas, pra não rir muito da minha cara daqui a algum tempo. :)

    aliás, obrigada por ter permitido linkar o seu blog na minha comunidade
    e por dar a excelente dica do filme, um dos meus favoritos!

    Iria

    14, Dezembro 2007 em 3:11 am

  12. Filme muito emocionante. Faz-nos refletir. Algumas das frases “pensadas” por Ann durante o filme, acredito eu, soar familiar a todo vivente. Na verdade estamos sós, desde que nascemos e até morrermos. É um filme agnóstico, trata a vida como mero acaso, não traz questões religiosas, mas ao mesmo tempo faz-nos acordar para viver. É bom para chorar, a trilha sonora ajuda… E não deixa aquele ar de depressão do tipo: “nossa quero morrer pelo contrário, deixa uma vontade de viver intensamente cada segundo… Abraços a todos.

    Andrei

    28, Julho 2008 em 6:54 pm


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