03
Mar

Persepolis, O Caçador de Pipas e Juno.

Pequenas mudanças! As resenhas sobre filmes ficarão no Cineskópio, enquanto as resenhas sobre livros, cds e downloads permanecerão aqui ;)

Então, três filmes pra download, pra compensar o tempo que não postei mais.

  • Persépolis

Persépolis, nome da antiga capital do Império Persa também é nome dos quadrinhos auto-biográfico de Marjane Satrapi. Inspirado nesses quadrinhos (lançados na França entre 2000 e 2003), surge o filme Persépolis, que estreou no Brasil na semana passada.
A história narra alguns anos da vida de Marjane: nascida no Irã na época da Revolução Islâmica, a garota sonha em ser profetisa do futuro, para um dia poder salvar o mundo. Durante a infância/começo de adolescência, a garota acompanha atentamente os acontecimentos políticos de seu país, como a queda do xá e de seu regime. Conseqüentemente, inicia-se a nova República Islâmica, com um total controle sob as pessoas, definindo como que as pessoas devem agir, pensar e se vestir. (continua…)

Download via torrent (com legendas em português)

  • O Caçador de Pipas

O Caçador de Pipas, best-seller do afegão Khaled Hosseini narra memórias de seu país natal durante a pré-invasão soviética (1979), conforme suas experiências pessoais. Baseado no livro, chegou ao cinemas a versão cinematográfica – que se comparada ao livro, deixa a desejar em alguns pontos, principalmente nos detalhes a mais contidos no livro.
Toda a história gira em torno de Amir, um garoto covarde e também contador de histórias que nasceu e viveu a infância no Afeganistão. Sua mãe havia morrido durante o parto e sua relação com o pai não era das melhores. Porém dentro de casa ele possuía a amizade de Hassan - um grande caçador de pipas. (continua…)

Donwload via torrent (com legendas em português)

  • Juno - resenha por Bernardo Brum

Juno adora os filmes do mestre do terror Dario Argento, não se impressiona com Sonic Youth por ter ouvido Iggy And The Stooges em excesso, acha que a melhor geração do rock and roll foi em 1977, já teve banda, é filha de pais separados, há alguns meses transou com seu melhor amigo Paulie Bleeker… E está grávida.
Essa é a premissa de um dos filmes mais originais de 2007. Comédia adolescente com toques de drama, faz parte da mesma moderna geração que ri da realidade por mais cruel que a mesma seja, como “Os Excêntricos Tenenbaums” e “Pequena Miss Sunshine”. E o tema escolhido – gravidez na juventude – assim como nos demais filmes, não fica polemizando as questões que aborda, sempre as tratando de forma muito espirituosa e humana. Você não encontrará aqui um drama de como ficar grávida aos dezesseis é traumatizante, nem um guia didático de o que fazer nessa situação. (continua…)

Download via torrent (com legendas em português)
Donwload - trilha sonora

04
Dez

O que tudo isso tem em comum?

O apanhador no campo de centeio. John Lennon. Capítulo 27. Green Day

 

Esses dias atrás, terminei de ler O apanhador no campo de centeio. Durante a leitura, estava pesquisando algumas coisas sobre o autor e sobre o próprio livro, e acabei vendo que o livro é mais famoso e importante do que eu imaginava. Veja só:

O apanhador no campo de centeio foi escrito por J. D. Salinger, em meados de 1945. Narra em primeira pessoa alguns dias da vida de Holden Caulfield, um garoto problemático, entediado, estúpido, covarde, mentiroso, divertido, que acaba de ser expulso da terceira escola. Holden é vitíma de si mesmo, de seu tédio, de seus problemas… Mas na verdade, tudo o que ele quer é defender seus verdadeiros valores.

Holden fica perambulando por NY enquanto não volta pra casa, e aos poucos vai revelando ao leitor um pouco de sua vida, do seu passado, da família. Lembrando que tudo isso se passa em 1945, Estados Unidos pós-guerra, e etc. É um livro legal, daqueles que você vai lendo e lendo pra tentar descobrir e entender o personagem.

Holden Caulfield, além de personagem principal de um livro, também virou personagem de uma das músicas do Green Day. A música se chama Who wrote Holden Caulfield, foi lançada no primeiro cd da banda, e é praticamente um resumo da persolnalidade de Holden:

 

“Tem um garoto que enevoa seu mundo e agora está ficando preguiçoso.
Não há motivação e a frustração o deixa louco.
Ele faz planos para tomar uma atitude mas sempre acaba sentando.
Alguém o ajude ou ele vai acabar desistindo.”

Agora, voltando um pouco no tempo, mais exatamente em 8 de dezembro de 1980, lá estava John Lennon em frente ao seu belissímo apartamento no edficio Dakota, em frente ao Central Park. Também estava lá Mark Chapman, com uma arma e um livro na mão. A arma era um revolver calibre 38. O livro era O apanhador no campo de centeio.

Bom, e o resto da história todos sambem…

O curioso é que Mark Chapman permaneceu no local com o livro nas mãos, dizendo: “Leia O Apanhador no Campo de Centeio e você descobrirá porque o fiz. Esse livro é meu argumento”.

Não vejo motivo algum pra uma pessoa sair matando astros do rock após ler o livro. A não ser que John Lennon estivesse no meio de seus valores e ideiais. Mas ainda acho que o maluco preferia os Rolling Stones.

Voltando para 2007, nesse ano foi lançado o filme Capítulo 27, mais conhecido como Chapter 27. O filme mostra o assassinato de John Lennon pelos olhos de Mark Chapman (ou seria Holden Caulfield?). O nome do filme tem várias explicações. Uma delas é que O apanhador no campo de centeio acaba no capítulo 26, e então o filme seria o capítulo 27. Outra, é que John Lennon era bastante ligado em numerologia, e o número 9 (x3 = 27, ahã) teria um significado importante: ele nasceu em um dia 9, assim como seu filho. Yoko Ono e Paul McCartney nasceram em um dia 18 (dobro de 9, ahã). Além do mais, ele escreveu algumas canções como Revolution 9, Number 9 Dream e One After 909, que citam o número 9.

Deixando o nome de lado, Chapman está em NY e tenta conseguir um autográfo de John Lennon, chegando a passar dois dias em frente ao prédio, caminhando pelo Central Park. E é lá que ele encontra uma beatlemaniaca, personagem de Lindsay Lohan. Bom, e por aí vai… assistam.

Eu nunca conto os finais dos filmes, mas esse eu vou contar: Jonh Lennon morre no final. Aháá.

Downloads:

30
Set

Into the wild

 

Into the wild é um filme (que ainda não assisti) dirigido por Sean Penn, baseado no best-seller de Jon Krakauer. Segundo minhas pesquisas aqui, o livro/filme narra a história de Christopher McCandless (Emile Hirsch): um estudante/atleta, que em 1992, após se formar, larga tudo e arruma sua mochila rumo ao Alaska.

“…E é em torno do conceito de “liberdade” que os temas vão sendo construídos, ao mesmo tempo que se tentam descrever os estados de espírito do jovem - sempre dentro de uma sonoridade mais folk.” - leia mais…

É essa sonoridade folk que me chamou atenção: a trilha sonora foi feita por Eddie Vedder (Pearl Jam), que é também seu primeiro álbum solo. É um disco rápido e sem frescuras. Por um pouco mais de 30 minutos, a gente vê o lado Jack Johnson de Eddie Vedder. São 11 lindas canções voz/violão.

*O filme é baseado em fatos reais, e já foi lançado nos Eua, mas no Brasil ainda não tem data confirmada.

Trilha Sonora: Into the wild - Eddie Vedder

1. Setting Forth
2. No Ceiling
3. Far Behind
4. Rise
5. Long Nights
6. Tuolumne
7. Hard Sun
8. Society
9. The Wolf
10. End Of The Road
11. Guaranteed

DL - link by Adega Rock

25
Jul

Lost in Translation

Bob Harris (Bill Murray) é um ator que está com a carreira em baixa, e assim, ele aceita fazer um comercial de uísque em Tóquio.
Charlotte (Scarlett Johansson) é formada em filosofia, e também está em Tóquio acompanhando o marido, John (Giovanni Ribisi), em seu trabalho. O problema é que John está o tempo todo ocupado com o trabalho, e Charlotte acaba passando o dia todo no hotel.
Harris tenta se adaptar à cidade, mas convenhamos que não deve ser tão fácil assim se adaptar a terra do sol nascente. Além do mais, ele também sofria com o fuso horário, passando noites em claro.
Harris e Charlotte acabam se conhecendo no bar do hotel, e em pouco tempo se tornam amigos e junto com Kelly (Anna Faris), resolvem sair pela cidade de Tóquio.

… E é praticamente isso. Não é um filme onde você fica o tempo todo esperando o final. É um filme que você vai “curtindo” todo o desenvolver da história, observando o comportamento dos personagens. A solidão dos dois, a agitação de Tóquio… E conforme vão se conhecendo, a solidão vira uma amizade carinhosa entre eles, mostrada de maneira muito legal no filme.

Encontros e Desencontros é dirigido por Sofia Coppola (é o segundo filme dela). Ela fez com que o filme tivesse um toque especial. O modo com que trata o humor, as diferenças entre ocidentais e orientais, e esse choque de culturas resulta em situações cômicas (às vezes).
E o final (não vou contar o final, derr) deixa um certo suspense no ar.

downloads:

1. Intro/Tokyo
2. City Girl - Kevin Shields
3. Fantino - Sebastian Tellier
4. Tommib - Squarepusher
5. Girls - Death In Vegas
6. Goodbye - Kevin Shields
7. Too Young - Phoenix
8. Kaze Wo Atsumete - Happy End
9. On The Subway - Brian Reitzell & Roger J Manning Jr
10. Ikebana - Kevin Shields
11. Sometimes - My Bloody Valentine
12. Alone In Kyoto - Air
13. Shibuya - Brian Reitzell & Roger J Manning Jr
14. Are You Awake? - Kevin Shields
15. Just Like Honey - The Jesus & Mary Chain

29
Jun

Sweet November

Talvez eu teria achado o filme mais interesssante se ninguém tivesse contado o final antes. Mas enfim… Sweet November é uma refilmagem dirigida por Pat O’Connor, que foi lançada em 2001 (a versão original é de 1968).

Nelson Moss (Keanu Reeves) é um publicitário muito competente, trabalha o dia todo, não tem tempo pra nada (além do seu trabalho); Sara Deever (Charlize Theron) é jovem, bonita, de bem com a vida.

O filme gira em torno desses dois personagens, que acabam se conhecendo num teste de renovação de carteira de habilitação. Por culpa de Nelson, o inspetor acaba recolhendo a prova de Sara, achando que ela estava colando. Para recompensar a moça, Nelson oferece uma certa quantia de dinheiro, mas ela não aceita.

Sem mais, sem menos, Sara aparece no prédio onde Nelson mora. Pede uma carona, afinal por culpa dele ela não pode mais dirigir. Além da carona, Sara faz uma proposta um tanto inesperada: passariam junto o mês de novembro… nenhum dia a mais, nenhum a menos… e ela mudaria a vida dele pra sempre.

Logo de cara, Nelson acha a proposta um tanto absurda, mas depois de certos acontecimentos em sua vida, ele acaba por aceitar a proposta. (…) Durante o mês que ficam juntos, ele aprende o que é viver, e se apaixona a cada dia mais por Sara.

Só que… tem um porém. Sara tem seus motivos pra não querer se envolver com Nelson… e este também tem seus motivos para não deixar Sara.

 

“Se não posso ter um vida normal, vou ter uma mais anormal possível”

Thanks sr. Minami :)

    21
    Jun

    Trilha Sonora - Shrek

    Toda vez que assisto a algum filme, sempre presto muita atenção na trilha sonora. Às vezes acabo deixando de lado a cena do filme, pra ficar tentando lembrar de quem é aquela música que está tocando ali no fundo…

    E aproveitando o lançamento, vamos falar de Shrek! Ééé, o ogro verde mais engraçadinho das telonas.

    Já repararam na trilha sonora dos três filmes? É uma das trilhas mais animadas dos últimos filmes que tenho visto.

    No primeiro filme, tem Smash Mouth, Lesley Carter (Self), Dana Golve (Halfcooked), e ainda Eddie Murphy cantando I´m a believer. No segundo filme, a trilha sonora fica melhor ainda: Counting Crows, Eels, Pete Yorn e ainda Nick Cave & The Bad Seeds. No terceiro filme, recém lançado, fico meio sem palavras… A trilha sonora ficou ótima, confere: Eels, Ramones, Led Zep, Fergie, Wolfmother, Matt White… e por aí vai.

    … e pra quem não gosta de animações ou do ogro verde, pelo menos a trilha sonora vale o filme.

    Shrek III (2007)
    1. Royal Pain - Eels
    2. Do You Remember Rock ´N´ Roll Radio? - The Ramones
    3. Immigrant Song - Led Zeppelin
    4. Barracuda - Fergie
    5. Live And Let Die - Wings
    6. Best Days - Matt White
    7. Joker And the Thief - Wolfmother
    8. Other Ways - Trevor Hall
    9. Cat´s In the Cradle - Harry Chapin
    10. Losing Streak - Eels
    11. What I Gotta Do - Macy Gray
    12. Thank You - Eddie Murphy
    13. Final Showdown - Rupert Everett
    14. Charming´s Plan - Harry Gregson-Williams

    Download

    E pra quem quiser o filme, confere aqui.

    20
    Mai

    Garota Interrompida

    Garota Interrompida

     

    Garota interrompida é um filme baseado na auto-biografia de Susanna Kaysen (vivida por Winona Ryder). O filme se passa em meados de 60s, e narra a história de uma garota de 17 anos, julgada como louca por seus pais. O motivo disso foram 50 aspirinas e um litro de vodca, e foi suficiente para seus pais a mandarem para um psiquiatra. Este a convence de que deve ser internada numa clinica para loucos.

    Em seus primeiros dias na clinica, Susanna vai notando que ela não é tão problemática quanto às outras garotas, mas acaba se acomodando como uma louca, por ser tratada como uma.

    Com o tempo, Susanna vai conhecendo várias pessoas dentro da clinica, dentre elas, Lisa (Angelina Jolie), uma sociopata (desprezo por relações sociais, falta de consideração com os sentimentos alheios, egocentrismo exagerado…), que mais tarde organiza uma fuga com Susanna e mais outras garotas, a fim de recomeçarem suas vidas.

    Pra quem conhece a auto-biografia de Susanna Kaysen diz que o filme não é tão bom quanto o livro. Pois no livro, Susanna é uma espectadora dos fatos que acontecem na clinica, e no filme a personagem tem mais participação (provavelmente para o destaque de Winona Ryder). E o destaque não adiantou muito, pois que ganhou o Oscar foi Angelina Jolie, que fez uma excelente atuação.

    O enredo é envolvente e mostra como as pessoas se sentem aos serem consideradas loucas por motivos “bobos”. Será que o louco não é um pouco de cada um?

    Garota Interrompida

    “Nós não somos loucos… Louca é a vida.”

    Laminas machucam, rios são podres, ácidos maculam, drogas causam horrores, armas são proibidas, laço pode desprender, gazes são coisas fedidas, é melhor viver!

    29
    Abr

    Minha vida sem mim

     

    Ann (Sarah Polley), 23 anos, duas filhas (3 e 5 anos), casada com uns construtor de piscinas desempregado, que conheceu num show do Nirvana. Vive num trailer no fundo da casa de sua mãe (Deborah Harry), e trabalha como faxineira numa universidade. Logo podemos perceber que Ann não leva uma vida fácil: ela só busca a sobrevivência, trabalhar, cuidar das filhas… Mas tudo muda quando Ann começa a sentir-se muito mal, e procura um médico: aqui começa a história.

    Depois de fazer alguns exames, eis a notícia de que ela tem câncer e que está se espalhando pelo corpo rapidamente. Sua expectativa de vida gira em torno de três meses. Mas ela resolve esconder a doença de todos, e diz apenas estar com anemia.

    Uma moça jovem, com filhas pra cuidar, e apenas três meses de vida. Ann resolve fazer uma lista das coisas que desejava muito realizar, e começa a correr atrás de seus sonhos. Vai visitar o pai, preso há anos, grava fitas de vídeo para as filhas, “encaminha” o marido para a vizinha, uma boa moça que poderia “substituir” ela… e no meio de tudo isso, Ann conhece Lee, por quem se apaixona.

    (…)

    É impossível não se comover com a história desse filme, que mesmo sendo tenso e dramático, nos deixa uma boa reflexão sobre a vida… Afinal, você precisa estar perto da morte pra começar a valorizar sua vida?

    Um filme sensível, tenso, pra chorar. É um questionamento extremamente importante, e também as vezes serve como um lembrete: Você está vivo.

    Minha vida sem mim

     

    23
    Abr

    Maçãs + Laranjas

    E se o sol se recusar a brilhar? E se as nuvens se recusarem a chover? E se o vento se recusar a soprar? E se os mares se recusarem a ondularem? E se o mundo se recusasse a girar? E se as estrelas hesitassem?

    E se, o que for não for verdade? O que você irá fazer? E se, o que for você não for? Isso significa que você tem que perder? Procurando pela sensação de alguma coisa nova.

    E se o silêncio lhe fizesse dormir? E se o ar pudesse lhe fazer respirar? E se as palavras trouxessem você aqui? E se esse som pudesse lhe trazer paz?

    08
    Abr

    Menina de Ouro

    Menina de Ouro

    Nunca gostei de lutas em geral, muito menos de boxe. Quando vi pela primeira vez o pôster de Menina de Ouro nos cinemas, logo pensei: “mais um filme americano… lutas… violência… apostas… dinheiro.” … e eu estava bem enganada.

    O filme traz muita luta sim, mas nada de porradas e violência a toa. A luta, nesse caso, é vista como a determinação de Maggie em busca de vitória: ela sabe o que quer, e mesmo não tendo talento para a luta, ela está disposta a fazer o que for preciso para vencer.

    É essa força de vontade de Maggie que muda a vida de Frankie (Clint Eastwood), um cara que passou a vida toda nos ringues, transmitindo aos lutadores a sua lição de vida: acima de tudo, sempre se proteja.

    Mas não foi tão fácil conseguir a confiança de Frankie, que logo foi dizendo à Maggie que ela já estava velha para começar uma carreira de lutadora. Mas o que significaria um “não” perto da determinação inabalável de Maggie? A partir daí ela se entrega totalmente aos treinos com a ajuda de Scarp, o único amigo de Frankie.

    Revezando momentos em que se agridem ou se inspiram mutuamente, Scarp e Maggie descobrem ter um espírito em comum que transcende as dores e perdas que sofreram no passado, e encontram um no outro a família que há muito perderam. O que eles não sabem é que em breve enfrentarão uma batalha que exigirá mais coragem do que qualquer outra.

    Uma verdadeira obra prima de Eastwood, junto com a atuação fantástica de Hilary Swank: um filme sensível e reflexivo, que mexe com a emoção de qualquer um. Capaz de nos encorajar a fazer qualquer coisa para realizar um sonho.

    Se existe magia em lutar além dos limites da resistência, esta é a mágica de arriscar tudo por um sonho que ninguém enxerga, só você.

    Menina de Ouro

    Links: